VOLUNTEER(S)olidarity 2020 - 2021

II ROUND

VOLUNTEER(S)olidarity 2020 – 2021

O PROJETO E PARCERIAS

O projeto VOLUNTEER(S)olidarity é um projeto de parcerias de voluntariado europeu desenvolvido no Centro de Juventude de Águeda e que conta com duas fases de mobilidade de voluntários. Esta página é referente à mobilidade individual de 305 dias que decorreu em 2019-2020.

O consórcio é constituído por:

Psientífica (Portugal)

Colectivo Gentes (Espanha)

More Mosaic (Suécia)

YouNet (Itália)

You in Europe (Grécia)

International Voluntary Service (Reino Unido)

Волонтерски Центар Скопје – Volunteers Centre Skopje (Macedónia)

Magyar Onkénteskuldo Alapítvány – Hungarian Volunteer Sending Foundation (Hungria)

CORPO EUROPEU DE SOLIDARIEDADE

O Corpo Europeu de Solidariedade(CES) é a nova iniciativa da União Europeia dirigida aos jovens, dando-lhes a oportunidade de fazer voluntariado ou de trabalhar em projetos, no próprio país ou no estrangeiro, em benefício de pessoas e comunidades de toda a Europa. Depois de se inscreverem, os participantes no Corpo Europeu de Solidariedade podem ser selecionados e convidados a integrar uma vasta gama de projetos. Os projetos apoiados pelo Corpo Europeu de Solidariedade podem durar entre dois e doze meses, decorrendo, regra geral, em países da União Europeia. Todos os jovens participantes no projeto pertencem ao CES.


O VOLUNTEER(S)olidarity é financiado pelo Corpo Europeu de Solidariedade.

AGÊNCIA NACIONAL ERASMUS+ JUVENTUDE EM AÇÃO

A Agência Nacional Erasmus+ Juventude em Ação é a estrutura de missão que pretende assegurar a gestão, em Portugal, do Programa Erasmus+ nos domínios da juventude e do desporto, bem como assegurar a gestão e a execução das atividades ainda em vigor do Programa “Juventude em Ação”. Coordena ainda a rede de informação Eurodesk em Portugal. A AN Erasmus+ Juventude em Ação apoia Intercâmbios de Jovens, Voluntariado Europeu, Formação Internacional, Parcerias Estratégicas e eventos de Diálogo Estruturado. Presta apoio e informação na dimensão do Desporto e ao Corpo Europeu de Solidariedade do Erasmus+.

A Agência Nacional Erasmus+ Juventude em Ação apoia o projeto VOLUNTEER(S)olidarity.

NECESSIDADES

1 | Aproximar a comunidade local da identidade europeia;

2 | Sensibilizar para a solidariedade, interculturalidade, diversidade e valores sociais europeus;

3 | Promover novas práticas diferenciadoras e aliciantes junto da comunidade jovem;

4 |  Criar espaços de interação e de diálogo intercultural entre voluntários europeus e a comunidade/jovens locais/região;

5 |  Criar pontes de ligação entre a comunidade local e a comunidade europeia.

OBJETIVOS

Os objetivos a curto prazo são:

1 | Promover práticas sociais, culturais e educativas ajustadas às necessidades dos jovens locais e da comunidade;

2 | Promover a diversidade e a interculturalidade;

3 | Capacitar os voluntários com novas competências e aprendizagens com base na ENF;

4 | Incentivar a atitude empreendedora, criativa e proativa dos voluntários;

5 | Sensibilizar a comunidade e organizações locais para a premência em potenciar atitudes empreendedoras para desenvolvimento da região;

6 | Promover a participação da comunidade local nas atividades dos voluntários;

7 | Promover os valores sociais europeus, nomeadamente a solidariedade;

8 | Partilhar boas práticas;

9 | Promover o reconhecimento das oportunidades da UE;

Os objetivos a longo prazo são:

1 | Reconhecer o potencial do voluntariado no desenvolvimento pessoal e social dos participantes; 

2 | Reconhecer o potencial do voluntariado na comunidade;

3 | Incentivar o envolvimento de instituições sociais e públicas nas práticas sociais, culturais e educativas e promover novas iniciativas;

4 | Contribuir para a melhoria das situações de exclusão social;

5 | Contribuir para a melhoria dos problemas da exclusão e discriminação social e a baixa participação social.

OS VOLUNTÁRIOS

Nome: Aleksandra

Data de Nascimento: 08/08/2001

País: Macedónia do Norte

Hobbies e interesses: Fotografia, natureza, escrita, cuidar de animais, voleibol.

Motivações para o projeto: Eu concluí o ensino secundário e não me sentia preparada para ingressar já na universidade. Nunca participei em nenhum projeto de Erasmus+ antes e, portanto, decidi passar um ano fora do meu país e onde pudesse aprender coisas novas, fazer voluntariado, ganhar experiência de trabalho e, por fim, crescer como pessoa, antes de entrar no próximo capítulo da minha vida.  Vir para um país tão exótico como Portugal durante 10 meses pareceu-me bastante tentador.

Nome: Marilena Kollarou

Data de Nascimento: 26/07/1999

País: Grécia

Hobbies e interesses: Tocar piano e guitarra, dançar  e jogar ténis

Motivações para o projeto: Eu gostaria de cooperar e trabalhar com pessoas da minha idade, de diferentes países e culturas. Acredito firmemente que a diversidade nos torna mais produtivos. Quero comhecer a perspectiva deles na vida e em muitos tópicos em geral e quero inovar e contribuir para a sociedade. Por último, mas não menos importante, gostaria de visitar Portugal e viver lá durante 8 meses para me tornar mais independente, sair da minha zona de comforto e melhorar as minhas competências sociais.

Nome: Marta Castillo Narváez

Data de Nascimento: 10/08/1994

País: Espanha

Hobbies e interesses:  Livros, filmes, yoga, voluntariado, viajar e natureza.

Motivações para o projeto: Eu estava muito interessada em integrar um projeto com educação não formal pois quero aprender o máximo que puder sobre esse assunto para meu futuro profissional. Além disso, queria viver em Portugal porque um dos meus objetivos é aprender português. Fazer parte de um projeto como este dá-me a oportunidade de viver num contexto intercultural e desenvolver muitas competências diferentes, como ter a mente aberta ou competências linguísticas.

Nome: Victor Berardo

Data de Nascimento: 28/12/2000

País: Itália

Hobbies e interesses: Viajar, ler, ouvir música, conviver com amigos e estar nas montanhas/natureza

Motivações para o projecto: Aprender português, viver com pessoas de diferentes nacionalidades e visitar Portugal

Nome: Apeksha Bhakta

Data de Nascimento: 27/03/1997 

País: Reino Unido

Hobbies e interesses: Andar pela natureza, tocar piano, viajar e engenharia

Motivações para o projeto: Viver num país novo com pessoas com diferentes nacionalidades, trabalhar com a educação não formal e aprender português. 

Nome: Konstantina Ioannidou

Data de Nascimento: 04/12/1997 

País: Grécia

Hobbies e interesses: Caminhadas, natação, livros e fimes 

Motivações para o projeto: Ter mais conhecimento e experiência com a educação não formal assim como praticar o inglês e aprender português.

Nome: Krisztina Hornyak

Data de Nascimento:  04/08/1993

País: Hungria 

Hobbies e interesses: Viajar, artes, yoga e música 

Motivações para o projeto: Eu gostava de encorajar os jovens a participar em projetos internacionais e quero explorar a cultura portuguesa.

Nome: Thea Harland

Data de Nascimento: 26/02/1999 

País: Reino Unido

Hobbies e interesses: Natação, pintura, fotografia, caminhadas e ler 

Motivações para o projeto: Sempre quis fazer parte de um projeto de voluntariado de longo prazo, então, quando esta oportunidade apareceu, foi realmente entusiasmante. Eu queria ser voluntária aqui porque estava ansiosa para realmente experimentar uma nova cultura, aprender um novo idioma e desenvolver  novas competências.

Nome: Bashkim Dudus

Data de Nascimento: 18/01/1991

País: Suécia

Hobbies e interesses: Produção de música e cinema

Motivações para o projeto: Para desenvolver as minhas competências em diferentes áreas e para aprender mais sobre a metodologia de educação não formal.

RESUMO DAS ATIVIDADES

Advance Planning Visit – Reunião pré-mobilidade que reuniu online os voluntários e representantes das organizações de envio para reflexão e debate sobre a mobilidade de voluntariado e solidariedade, troca de contributos acerca da conceção e implementação das atividades, reflexão e definição dos planos de atividades, logística, financeiro e disseminação; comunicação constante e regular com os parceiros.

Individual volunteering – Atividades para integração do voluntário na comunidade, apoio linguístico, avaliação, desenvolvimento de competências de empreendedorismo, relacionadas com a transformação de necessidades em ideias e ações, criação e implementação de projetos pessoais, atividades de reforço sócio-pessoal e desenvolvimento de competências-chave, mentoria, promoção do diálogo intercultural e da solidariedade na comunidade e atividades nos serviços educativos da Câmara Municipal de Águeda.

“Percebi como é viver por conta própria, ter responsabilidades e tentar construir uma comunidade melhor. Aprimorei habilidades como gestão de tempo, negociação, gestão de dinheiro, comunicação e potencializei minha inteligência emocional. Resumindo, agora vejo um novo mundo e o propósito do projeto está cumprido, porque o meu objetivo principal foi construir uma personalidade ainda mais forte e ser uma pessoa ainda melhor” (Marilena kollarou, voluntária grega)

THIS IS OUR IDENTITY – DIA INTERNACIONAL DO VOLUNTARIADOS

We have never imagined             Nunca imaginamos

That one day we’ll be here          Que um dia estaríamos aqui

Promoting European values       A promover valores europeus

And now Europe feels so near    E agora a Europa está tão próxima

Living and working together      Viver e trabalhar juntos

It’s a fantastic situation               É uma situação fantástica

ESC and volunteering                  CES e voluntariado

To one world, one nation            Um mundo, uma nação

If you wanna find a new home   Se queres encontrar um novo lar

Just fly away and far away          Voa, voa para bem longe

Create memories for your life     Cria memórias para a vida

And improve your every day       E melhora o teu quotidiano

Promoting interculturality           Promover interculturalidade

Viver feliz in the community       Viver feliz na comunidade

We’re VOLUNTEER (S)olidarity  Somos o VOLUNTEER(S)olidarity

This is our identity.                         Esta é a nossa identidade.

This is our identity é o hino do projeto criado pelos voluntários que foi partilhado com organizações locais e europeias para celebrar o Dia Internacional do Voluntariado. A letra, a música, a coreografia e o videoclip são originais dos voluntários e servem para partilhar a sua experiência e motivarem outros jovens a voluntariarem-se. O videoclip foi lançado nas redes sociais do Centro de Juventude de Águeda para marcar o dia que é a entidade do VOLUNTEER(S)olidarity.

“Escrever e produzir a canção para o Dia Internacional do Voluntariado foi uma grande experiência e uma boa oportunidade para nos expressarmos musicalmente no âmbito do Erasmus+ e do Corpo Europeu de Solidariedade!” (Bashkim Dudus, voluntário sueco)

ADVANCE PLANNING VISIT

A 17 e 18 de setembro de 2020 realizou-se online a reunião prévia de planeamento do projeto VOLUNTEER(S)olidarity, onde voluntários e representantes das organizações de apoio tiveram oportunidade de conhecer-se, participar em atividades de educação não-formal, projetar atividades futuras, bem como aprofundar os laços de cooperação internacional. Na APV, os participantes tiveram também a oportunidade de conhecer a cidade, os apartamentos, e conhecer a mentora, uma ex-voluntária que partilhou o seu testemunho, e representantes entidades como a ESTGA (Universidade de Aveiro) e a Câmara Municipal de Águeda, através da Biblioteca Municipal Manuel Alegre, Águeda Living Lab e Centro de Artes de Águeda. Na APV online a Agência Nacional Erasmus+ Juventude em Ação também esteve presente, tendo sido representada pela Dra. Gabriela Salgado.

“(…) este encontro foi realizado a um nível completamente diferente! Fiquei impressionado com o profissionalismo do anfitrião, a estrutura de toda a APV, espaço para voluntários, parceiros e stakeholders expressarem as suas inquietações, tirar dúvidas, conhecerem-se um pouco, quebrar o gelo e (…) o sentimento de apoio e segurança (…)! Além disso, adorei a ideia das virtuais aos apartamentos e à cidade (…) bem como o aspeto visual das informações apresentadas. Acredito que atividades bem desenhadas e detalhadas (…) dão às pessoas uma impressão de qualidade.” (Igor Niemyjski, representante do parceiro grego You In Europe)

“A APV foi uma grande oportunidade de nos conhecermos, ainda que virtualmente, pela primeira vez. Deu-nos a oportunidade de aprender mais sobre o projeto, conhecer as partes interessadas e outros participantes e fez com que a experiência parecesse muito real. Fiquei realmente motivada para viajar para Portugal depois da reunião.” (Thea Harland, voluntária britânica)

ATIVIDADES À CHEGADA

À chegada, os voluntários participaram em atividades que lhes permitiram conhecer a educação não-formal e outros tipos de educação, o Erasmus+ e o Corpo Europeu de Solidariedade. As atividades iniciais de team building tiveram o intuito de motivar para o projeto, dar a conhecer os voluntários, a instituição e o contexto, trabalhar a coesão de grupo, as expectativas e o bem-estar dos voluntários, direitos e deveres. Este tipo de atividades permitiu aprofundar as relações sociais e o conhecimento pessoal através de metodologias de educação não-formal para trabalhar a inteligência emocional dos voluntários. A inclusão de uma nova voluntária permitiu ao grupo, a par da organização de acolhimento, implementar atividades à chegada para criar laços, entrosar nas dinâmicas organizacionais, na comunidade e para colocar em prática competências desenvolvidas ao nível da implementação de atividades.

“Quando chegamos a um novo lugar, com novas pessoas, casa nova, novo idioma, etc. é muito importante sentirmo-nos bem-vindos. As atividades à chegada foram muito significativas para nós superarmos o choque inicial, conhecermo-nos e conhecermos o projeto através de metodologia não formal.” (Marta Castillo Narváez, voluntária espanhola)

 

Consegui incorporar-me instantaneamente no grupo, através de atividades de team building muito ativas, criativas e divertidas. O projeto foi tão bem organizado e inspirador que pude participar e implementar atividades desde o início.(Marilena Kollarou, voluntária grega)

 

“Descobri que planear atividades para a chegada de Marilena foi bom porque tínhamos passado pela experiência enquanto participantes, mas, neste caso, tivemos que liderar sessões e ver até onde chegamos em termos de ter mais confiança ao dinamizar a atividade” (Apeksha Bhakta, voluntária britânica)

“Os voluntários prepararam atividades para envolver a nova voluntária no Erasmus+ e no CES e para a familiarizar com o grupo.” (Bashkim Dudus- voluntário sueco)

KIT DO VOLUNTÁRIO

As ofertas incluem entradas nos espaços culturais e desportivos do Município, para além de contributos de parceiros da comunidade aguedense, foi criado o Kit do Voluntário que dá as boas-vindas a estes jovens de vários países europeus. Fazer com que estes voluntários se sintam em casa sempre foi uma preocupação do CJA, que estabeleceu sinergias com muitas instituições que, ao longo dos anos, gentilmente oferecem a possibilidade de os voluntários participarem em atividades pontuais. A Câmara Municipal de Águeda (CMA), através dos Serviços Educativos, tem à disposição destes jovens várias ofertas que lhes permitem usufruir de eventos e formação, contribuindo desse modo para o seu desenvolvimento pessoal e profissional.  O Kit do Voluntário integra, assim, para além das vantagens oferecidas pelo próprio Município, como entradas em espetáculos no Centro de Artes de Águeda, usufruto gratuito das beÁgueda – Bicicletas Elétricas de Águeda, utilização gratuita das Piscinas Municipais, formação no Águeda Living Lab, entre outros, e algumas ofertas de alguns associados da Associação Comercial de Águeda (ACOAG), que se tornaram parceiros nesta iniciativa e que fazem descontos, inscrições gratuitas e outras ofertas.

 “Ter a oportunidade de receber descontos, frequentar instalações, ter ofertas e participar em eventos gratuitamente encoraja os voluntários a ambientarem-se de forma mais ajustada na comunidade, instituições e negócios locais, o que só por si promove interculturalidade na comunidade”. (Krisztina Hornyák, voluntária húngara)

 

“Belo gesto, vamos ter a oportunidade de usar muitas das ofertas.” (Victor Berardo, voluntário italiano)

 

“Foi um gesto muito simpático e uma forma de dizer obrigado. Desejamos mais oportunidades e práticas como esta!” (Aleksandra Dimoska, voluntária da Macedónia do Norte)

 

APOIO LINGUÍSTICO, MENTORIA E SUPERVISÃO TÉCNICA

Os voluntários aprendem a Língua Portuguesa através do Online Linguistic Support (OLS) e com uma professora de português para estrangeiros. Todas as semanas os voluntários reúnem com a mentora, com a qual partilham expectativas, gerem o seu mundo interno e fazem dinâmicas de promoção da coesão de grupo e do bem-estar emocional. Atividades de mentoria reforçada como meditação, atividades de mindfulness e de saúde, desporto e lazer foram efetuadas. A supervisão técnica capacita o desenvolvimento, implementação e avaliação das atividades e todas as semanas há um momento privilegiado de reflexão e integração de informação para promover o crescimento dos voluntários em termos pessoais e sociais.

“A plataforma OLS é uma ótima ferramenta para praticarmos o português, para que possamos conectar-nos mais facilmente com a comunidade. A orientação e o apoio técnico no CJA ajuda muito no nosso dia a dia, tudo é providenciado para que possamos aproveitar o nosso tempo em Águeda.” (Krisztina Hornyak, voluntária húngara)

 

“Ser mentora é um privilégio, na medida em que ao mesmo tempo que facilito os processos de crescimento, transformação e adaptação de cada voluntário, a uma nova realidade, também eu vou experienciando inúmeros desafios, enquanto ser humano. É uma oportunidade de aprendizagem distinta, porque se baseia na relação, no Ser. Quanto ao grupo de voluntários, a mentoria pretende significar Espaço para que cada um se senta escutado e respeitado na sua individualidade, por um lado, e Tempo para refletir, aprender a comunicar e a partilhar em prol dos objetivos e bem-estar comum.” (Diana Simões, mentora)

 

“Facilitar o desenvolvimento de competências é um processo de aprendizagem mútua. O VOLUNTEER(S)olidarity ajuda-nos a crescer enquanto organização, pelos desafios que traz na gestão de projeto, de recursos humanos e de promoção de interculturalidade e solidariedade. O voluntariado CES é uma grande paixão que me torna melhor profissional e melhor pessoa.” (Catarina Queirós, coordenadora do projeto)

“O planeamento ajuda-nos a aprender e entender mais sobre tópicos importantes, o que por sua vez, nos permite alcançar melhor metas juntos.” (Thea Harland, voluntária britânica)

 

ATIVIDADES DE SAÚDE, DESPORTO E LAZER

No sentido de reforçar a mentoria e promover o bem-estar físico e emocional dos voluntários, semanalmente foi privilegiado um momento para atividades de saúde, desporto e lazer. Estas atividades foram providenciadas tanto pela organização, como pelos voluntários.

“Acho que as atividades de Saúde, Desporto e Lazer organizadas por cada um dos voluntários são uma das partes mais divertidas da semana. É muito bom passar um tempo juntos apenas a fazer algo que as pessoas gostam e querem compartilhar com os outros. Fizemos uma variedade de atividades diferentes, incluindo futebol, ioga, dança salsa, meditação … isso pode tirar as pessoas da sua zona de conforto também! “ (Apeksha Bhakta, voluntária britânica)

 

“As atividades de saúde, desporto e lazer são uma das atividades que mais gostamos. É uma oportunidade de melhorar o nosso bem-estar físico e psicológico e, ao mesmo tempo, é uma forma de preparar e implementar este tipo de atividades com metodologias não-formais.” (Marta Castillo Narvaez, voluntária espanhola)

FORMAÇÃO

Além do acompanhamento assíduo em termos de capacitação para o planeamento, implementação e avaliação de atividades, ao longo do projeto foi providenciada aos voluntários formação sobre:

– Erasmus+ Juventude em Ação
– Corpo Europeu de Solidariedade
– EEA Grants
– Escrita de projetos
– Planificação de atividades
– Educação formal, não-formal e informal
– Sistemas educativos na Europa

– História de Portugal

– Interação em sala de aula

– Ilustração
– Robótica, impressão e modelação 3D
– Workshop sobre edição de vídeo
– Youthpass e Key Competences
– Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
– Youth Goals

Os voluntários também foram capacitados para providenciarem as suas próprias formações aos outros voluntários, no sentido de partilharem os seus conhecimentos e por isso os voluntários tiveram formação sobre:

– Consciência cultural

– Salsa

– Ação climática

– Diálogo intercultural

– Dieta e cozinha vegan

– Cozinha sueca

– Cozinha húngara

– Cozinha italiana

– Integração de imigrantes

– Gestão de medos

“A formação que recebemos, começando com as atividades à chegada ao CJA, os workshops sobre mudanças climáticas, culturas, mindfulness, atividades formais, não-formais e escolares, tudo junto abriu novos horizontes para mim e transformaram-me numa nova versão de mim mesma.” (Aleksandra Dimoska, voluntária do Norte da Macedónia)

 

“Algumas oficinas foram planeadas e implementadas pelos voluntários e tanto para nós quanto para o público, geralmente têm sido bem recebidas. Seria ótimo se pudéssemos fazer ainda mais workshops que envolvam a comunidade em geral.”
(Apeksha Bhakta, voluntária britânica)

FORMAÇÕES ON-ARRIVAL E MID-TERM

A Agência Nacional Erasmus+ Juventude em Ação providencia formação e avaliação do voluntariado europeu, tanto à chegada como a meio do processo de aprendizagem não-formal dos voluntários. Os voluntários tiveram oportunidade de conhecer outros voluntários europeus e o país anfitrião, estabelecer contactos, e partilhar experiências, trabalhando competências de comunicação e aprendizagem intercultural. O foco da formação intermédia é fazer um balanço da experiência, perspetivar o futuro, partilhar experiências e integrar aprendizagens. O Bashkim participou na FAC11 que decorreu online de 10 a 14 de dezembro de 2020. Os restantes voluntários do projeto, Elizabeth, Apeksha, Marta, Victor, Aleksandra, Krisztina e Konstantina participaram nas mesmas datas na FAC12. A Elizabeth, a Apeksha, a Aleksandra, a Krisztina participaram na MidTerm FI05 de 31 de março a 2 de abril de 2021 e os voluntários Victor, Bashkim e Marta na FI06 de 20 a 24 de abril de 2021.

“A on-arrival foi uma atividade interessante onde pudemos compartilhar os nossos sentimentos sobre o projeto, graças a dois facilitadores. A atividade mais interessante do projeto foi quando pudemos ouvir as experiências de outros voluntários, que já tinham participado no passado. Foi muito interessante ouvir as opiniões de quem vivenciou estas experiências antes de nós.” (Victor Berardo, voluntário italiano)

“A formação à chegada foi bastante surpreendente, mesmo estando online foi uma grande experiência. Reverti as respostas em muitas perguntas que tinha em relação ao programa Erasmus+ e aprendi mais sobre os meus direitos e obrigações. Além disso, conheci outros voluntários que vivenciam os mesmos sentimentos que eu, mantenho contato e conectei-me a eles.” (Marilena Kollarou, voluntária grega)

“A formação intercalar foi uma grande oportunidade para refletirmos sobre o nosso projeto até agora e partilharmos ideias com outros voluntários de Portugal.” (Krisztina Hornyák, voluntária húngara)

 

 

 

 

 

 

EURODESK: TIME TO MOVE

Outubro foi o mês do Time To Move que tem como objetivo apresentar oportunidades para os jovens e projetos Erasmus+/CES. Estiveram presentes 77 participantes nas sessões presenciais e os nossos voluntários estiveram presentes nas sessões que decorreram em diferentes escolas a dinamizar atividades, partilhar o seu testemunho e também a disseminar oportunidades. Foram também realizados eventos online como um quizz no Instagram e diretos com partilha de testemunhos e esclarecimento de dúvidas, com o propósito de motivar jovens a participarem em projetos. Numa das sessões esteve presente o Dr. Joaquim Freitas da Agência Nacional Erasmus+ Juventude em Ação.

“As sessões Time to Move foram uma oportunidade maravilhosa para explorar a UE num ambiente não formal! O jogo AgoraEU é uma ótima ferramenta para avaliar o conhecimento dos alunos sobre a União Europeia e mostrou-se bem sucedido para criar interesse pelo Erasmus+ e o CES!” (Bashkim Dudus, voluntário sueco)

“Os voluntários entrosaram com a comunidade local, disseminando diferentes tipos de oportunidades em que os jovens podem participar.” (Bashkim Dudus- voluntário sueco)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ODS - OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

A Agenda 2030 é uma agenda alargada que aborda várias dimensões do desenvolvimento sustentável (sócio, económico, ambiental) e que promove a paz, a justiça e instituições eficazes. Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável têm como base os progressos e lições aprendidas com os 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milénio, estabelecidos entre 2000 e 2015, e são fruto do trabalho conjunto de governos e cidadãos de todo o mundo. A Agenda 2030 e os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável são a visão comum para a Humanidade, um contrato entre os líderes mundiais e os povos.

Os voluntários foram sensibilizados para a importância dos ODS e participaram em workshops onde os mesmos foram abordados. Para fazerem uma promoção dos ODS entre pares, os voluntários também prepararam workshops sob supervisão do CJA, onde trabalharam especificamente cada um deles. Também os projetos pessoais foram orientados para os objetivos de desenvolvimento sustentável. Nas redes sociais foram promovidos pelos voluntários quizzs sobre os ODS, onde jovens e a comunidade geral tiveram a oportunidade de desenvolver conhecimentos sobre a temática e perceber de que forma se podem operacionalizar cada um deles.

“Desenvolver a atividade relacionada com os objetivos do desenvolvimento sustentável ajudou-me a compreender melhor o seu conceito e a estar mais atenta a este tema.” (Krisztina Hornyák, voluntária húngara)

 

YOUTH GOALS

Os Objetivos da Juventude (Youth Goals) são o resultado do processo de Diálogo Juvenil com mais de 50.000 jovens e representam as opiniões dos jovens de toda a Europa, fazendo parte da Estratégia da UE para a Juventude.

Os voluntários participaram em workshops específicos sobre cada um dos Youth Goals, para terem uma oportunidade de aprendizagem mais aprofundada entre pares.

 

“Todos os voluntários prepararam diferentes atividades relacionadas com objetivos da juventude, com o objetivo de aprender mais sobre eles e como usá-los adequadamente num ambiente de educação não-formal.” (Bashkim Dudus-voluntário sueco)

 

“Como voluntários europeus,considero muito importante conhecer os Objetivos da Juventude, e estes workshops estão a ajudar-nos a aprendê-los profundamente e a melhorar o nosso conhecimento sobre eles.” (Marta Castillo Narvaez, voluntária espanhola)

 

PROJETOS PESSOAIS

Transformar ideias em ações é um dos propósitos do projeto. Independentemente do tema, havendo interesse dos voluntários e necessidade dos envolvidos, os voluntários tiveram a oportunidade de criar um projeto pessoal que respondesse a Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e a European Youth Goals. Todos os projetos foram pensados a serem operacionalizados presencialmente, mas com a pandemia todos foram transformados numa versão online. A própria mudança foi um momento de aprendizagem por requerer compreensão, adaptação, resiliência e pró-atividade. Estão em desenvolvimento sete projetos pessoais, os quais serão apresentados após a sua conclusão:

 

Conquering Racism – Apeksha Bhaskta

12 more years – Aleksandra Dimoska

Musical production – Bashkim Dudus

Marta Castillo – Travelling from home

Krisztina Hornyák – Online platform to promote local artistic projects

Victor Berardo – Education under Covid-19

Elizabeth Harland – A cultural tour of the world

 

“Apaixonei-me pelo meu projeto pessoal porque é um tema importante para mim e acho importante também para a sociedade. Fiquei feliz ao poder escrever atividades que achei que abririam mentes, trariam compreensão e maior consciência sobre o racismo e como ser ativamente antirracista”. (Apeksha Bhakta, voluntária britânica)

 

“Ter a possibilidade de implementar Projetos Pessoais é incrível, temos a liberdade de desenvolver as atividades que nos interessam, de acordo com as necessidades da comunidade. É uma oportunidade para desenvolver muitas habilidades pessoais e colocar em prática a educação não-formal.” (Marta Castillo Narvaez, voluntária espanhola)

 

“Gostei de ter a oportunidade de explorar e aprender mais sobre temas que considero interessantes e também que considero muito necessários na comunidade. Aprendi muito durante este processo, tanto durante o planeamento e pesquisa, mas também durante a implementação e avaliação.” (Thea Harland, voluntária britânica)

BELAVISTA: ÁRVORES DE NATAL

A BelaVista – Centro de Educação Integrada organizou a terceira edição do projeto “Águeda – Terras das Árvores de Natal”, com o objetivo de contribuir para a transformação da cidade num lugar mágico, foram decoradas rotundas, pracetas e outros espaços públicos, incentivando a vivência do Natal. Recorrendo a materiais reciclados ou reutilizáveis, foram construídas árvores de natal por diferentes instituições, espalhas por todo o concelho. Os voluntários construíram uma árvore de natal que representou o Centro de Juventude de Águeda.

“O projeto da árvore de natal sustentável foi um grande desafio para pensar fora da caixa e para criar uma árvore de natal esteticamente apelativa com materiais reciclados, mas que também nos representasse como um grupo internacional. Com a ajuda do Águeda Living Lab, usamos a tecnologia de corte a laser para imprima a árvore antes de construí-la juntos e decorar à mão com todas as diferentes maneiras de dizer Feliz Natal nas nossas línguas maternas.” (Elizabeth Harland, voluntária britânica)

 

 

 

 

 

 

BIBLIOTECA MANUEL ALEGRE

Na BMMA, os voluntários participaram na abertura da exposição The War de José Letria onde privaram com o autor, num workshop de ilustração, e participaram na decoração do hall de entrada da biblioteca municipal com a apresentação das tradições natalícias dos seus países. Também gravaram uma história tradicionais dos seus países que foi publicada no Dia Nacional dos seus países.

“Cada vez que a biblioteca organiza uma atividade, não quero perdê-la. A BMMA conta sempre connosco para participar em qualquer tipo de oficinas e atividades culturais e artísticas. É uma esplêndida oportunidade para conhecer artistas, os seus trabalhos e desenvolver a nossa criatividade.” (Marta Castillo Narváez, voluntária espanhola)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ÁGUEDA LIVING LAB

O ALL é um espaço aberto à comunidade para o encontro de ideias, experiências, conhecimento, criatividade e inovação, onde se organizam workshops e outras iniciativas demonstradoras de tecnologia, com o objetivo de estimular uma perspetiva de real exploração e experimentação. É igualmente um espaço dedicado ao desenvolvimento de soluções interativas e inovadoras, orientadas para a comunidade. No Águeda Living Lab, os voluntários aprenderam sobre robótica, impressão e modelação 3D e acompanharam jovens nas suas atividades tecnológicas.

“Gosto muito de participar nos diversos workshops do Águeda Living Lab. Fico muito grata por termos a possibilidade de aprender coisas novas como modelagem e impressão 3D.” (Krisztina Hornyak, voluntária húngara)

 

 

 

 

 

 

 

 

ERASMUS: QUARANTINE IN PORTUGAL

Durante a pandemia os voluntários da primeira ronda de mobilidades do VOLUNTEER(S)olidarity criaram o grupo no Facebook “Erasmus: Quarantine in Portugal”. Este grupo teve destaque na página da Agência Nacional Erasmus+ Juventude em Ação, de quem usamos as palavras para descrever a iniciativa:

Viver as consequências da pandemia é difícil, desafiante e imprevisível em qualquer circunstância. A limitação da liberdade de circulação coloca-nos restrições às quais não estávamos habituados. A incerteza do futuro cria níveis de ansiedade anormais. E, naturalmente, a necessidade de cada pessoa ser, ela própria, um elemento fundamental na segurança e na saúde comunitária traz novas dimensões a um quotidiano já de si difícil. Mas existe um público para quem tudo isto ganha contornos ainda mais complicados. Tantas e tantos cidadãos do mundo que por muitas razões foram “apanhados” em Portugal quando tudo isto começou e por cá se mantiveram. Pessoas para quem também a língua portuguesa é um desafio, a somar aos tantos outros que esta época atípica acarreta.

Em Águeda, por entre as ruas de guarda-chuvas e o colorido de um frenesim associativo e cultural que precisou de acalmar, existe um grupo de jovens que por estes dias realizam o seu projeto de voluntariado ao abrigo do Corpo Europeu de Solidariedade. E como poderiam eles continuar o seu projeto, ou um projeto em que pudessem trabalhar, se precisavam de estar em casa? Diz o ditado que “a necessidade aguça o engenho” e, no caso, o engenho foi ao encontro das necessidades destes e de tantos outros. Com tantas regras, normas, legislação e obrigações que as instituições nacionais todos os dias emitem, é preciso que todos consigam compreender o seu conteúdo, o seu alcance e, a partir daí, possam corresponder e cumprir. Ora, com estrangeiros em Portugal e com um domínio da língua portuguesa em tantos casos ainda rudimentar, era preciso criar condições para universalizar, na medida do possível, o entendimento das regras.

Os voluntários da Psientífica colocaram mãos à obra, criaram um grupo no Facebook e começaram a traduzir para inglês a informação mais relevante e atual, de fontes credíveis e verificadas, para que outros estrangeiros a viver em Portugal possam aceder à informação de forma mais fácil e compreensível para todos. O Centro de Juventude de Águeda foi fazendo a ponte entre a informação e este grupo de voluntários, enviando-lhes os conteúdos mais recentes sobre a pandemia em Portugal, e estes moderam o grupo no Facebook “Erasmus: Quarantine in Portugal” para dar informação em inglês a jovens estrangeiros que se encontram em quarentena em Portugal:

Este grupo conta já com mais de duzentos membros e diariamente fornece informação credível sobre a Covid-19 em Portugal, normas, diretrizes e recomendações.
O objetivo fundamental é simples, mas relevantíssimo:

“O acesso de todos a informação útil acerca da Pandemia, informação essa veiculada pelas entidades competentes e que pela sua relevância deve ser compreendida também por quem vive no nosso país e não está familiarizado com a língua portuguesa”. Elsa Corga, Vereadora da Juventude da Câmara Municipal de Águeda

Segundo o Borja, voluntário espanhol de Albacete,

“este grupo conecta jovens europeus que estão em Portugal a enfrentar o isolamento e permite mostrar que os voluntários são uma comunidade que pode ajudar nestas circunstâncias. O grupo é importante porque fornece informação credível traduzida de notícias sobre o que está a acontecer em Portugal e também porque me ajuda a pesquisar e a filtrar informação, a par de que aprendo português de uma forma útil. Espero que os jovens percebam que podem contar connosco em caso de dúvidas.”

Eleni, voluntária grega de Thessaloniki que faz parte desta equipa também realça

“este grupo fornece informações específicas sobre medidas governamentais, medidas cautelares e recomendações, informações sobre a promoção da saúde física e mental, entre outros, para que os jovens estrangeiros estejam em constante atualização sobre a pandemia em Portugal, evitando a desinformação. Este grupo é uma experiência nova que me permite moderar um grupo e aprender português e inglês, ser responsável e faz-me sentir que estou a ajudar pessoas que precisam de saber o que está a acontecer no seu redor”.

Mas para além destes moderadores, voluntários que são ao mesmo tempo construtores de pontes na comunicação, parceiros de jornada de outros jovens voluntários na partilha de experiências e impulsionadores de esperança em tempos difíceis, um pouco por todo o país o impacto desta iniciativa fez-se sentir:

Marco Ruiu, voluntário italiano da AEVA também partilha a utilidade na iniciativa:

“Penso que este grupo é útil para entender como é realmente a situação em Portugal e para que as pessoas saibam como se comportar durante este período. O grupo fornece informações importantes sobre o COVID-19 e tenta criar uma rede entre aqueles que vivem esta situação.”

E assim, entre receios e esperanças, mas com a informação certa sempre à mão e o entusiasmo dos seus voluntários, esta comunidade continua a fazer do Corpo Europeu de Solidariedade um pilar sólido na construção do projeto Europeu e dos seus valores fundamentais.

Os voluntários da segunda ronda de mobilidades do VOLUNTEER(S)olidarity deram continuidade à iniciativa por lhes fazer sentido manter a solidariedade online, dado continuidade às publicações que prestam serviço publico a jovens estrangeiros que continuam a enfrentar a pandemia em Portugal.

EB 2, 3 DE VALONGO DO VOUGA

Em Valongo do Vouga, além das atividades Time to Move e disseminação de oportunidades na área da juventude, os voluntários implementaram atividades de educação não-formal junto de 138 jovens para trabalharem direitos humanos, e desafios e valores europeus.

“Nas primeiras vezes, a implementação de uma atividade foi assustadora. Eventualmente, aprendi a encarar isso como um desafio, em vez de um evento aterrorizante. O sorriso e a alegria genuína nos rostos das crianças certamente tornaram tudo melhor.” (Aleksandra Dimoska, Voluntária da Macedónia do Norte)

 

“Cada experiência e cada vez que lá fui foi diferente à sua maneira. Às vezes, eu fico mais do que feliz, porque sei que fiz algo pelos alunos, ajudei-os ou pelo menos inspirei-os a pensar fora da caixa e a conhecer o mundo lá fora. Outras vezes, era um pouco desafiante, por causa de diferentes fatores. Geralmente, a oportunidade de trabalhar em escolas ajudou-me em termos pessoais e certamente ajudou aos alunos também.” (Apeksha Bhakya, voluntária britânica)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ESCOLA SECUNDÁRIA ADOLFO PORTELA

Na ESAP foram disseminadas oportunidades na área da juventude em várias aulas e através de metodologias de ENF e partilha de testemunhos por parte dos voluntários.

“É sempre maravilhoso ir à escola fazer atividades, já estive algumas vezes na ESAP. A última vez foi com certeza a melhor. A atividade consistia em contar sobre a nossa experiência como voluntários e a reação dos jovens foi surpreendente, pois eles inundaram-nos de perguntas e nós despertamos a sua curiosidade.” (Victor Berardo, voluntário italiano)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ESCOLA SECUNDÁRIA MARQUES CASTILHO

Na ESMC foram feitas atividades de disseminação de oportunidades na área da juventude, partilha de testemunhos e esclarecimento de dúvidas sobre projetos. Também foi feito um direto no Instagram onde alunos entrevistaram os voluntários.

“Realizar um Instagram Live com o clube de voluntários da ESMC foi realmente uma ótima maneira de nos envolvermos com os alunos e apresentarmo-nos. Também nos deu a hipótese de responder a quaisquer perguntas sobre o nosso projeto e as oportunidades que o Erasmus+ e o CES oferecem. Também pudemos falar sobre viver no estrangeiro e a experiência maravilhosa que pode ser, e como ela pode permitir que tenhamos mais confiança como pessoa.” (Thea Harland, voluntária britânica)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A4 ANIMAIS DE ÁGUEDA

Porque a solidariedade também foi levada aos animais, os voluntários estiveram na Associação A4 em vários dias a providenciar cuidados aos animais, limpar as boxes, brincar com os cães e ajudar nas construções no abrigo, tal como os voluntários da ronda de mobilidades individuais anterior do projeto.

 

“Experiência muito feliz que infelizmente acabou, com certeza uma das melhores atividades que já fiz porque o tempo que passei lá com os cães foi incrível.” (Victor Berardo, voluntário italiano)

 

“O abrigo para cães, o tempo que passamos lá, os animais – foi provavelmente uma das melhores coisas de todo o projeto. Infelizmente, durou apenas cerca de um mês, mas os momentos que passamos lá foram inestimáveis. Os animais são asriaturas mais inocentes!” (Aleksandra Dimoska, voluntária da Macedónia do Norte)

CRUZ VERMELHA DE ÁGUEDA

A Juventude da Cruz Vermelha de Águeda e os nossos voluntários criaram uma carta feliz que foi distribuída nas caixas de correio aguedenses de forma a difundir mensagens positivas, onde a frase “Vai correr tudo bem” foi escrita em várias línguas.  Foi uma parceria que deu esperança para que chegue o fim desta pandemia o mais rápido possível.

“Foi bom ter a oportunidade de ajudar a Cruz Vermelha, e será melhor ficarmos mais envolvidos e pudermos fazer mais por eles.” (Apeksha Bhakta, voluntária britânica)

CENTRO DE JUVENTUDE DE ÁGUEDA

Através da preparação e implementação de atividades, os voluntários têm a oportunidade de contactar diretamente com os projetos desenvolvidos no Centro de Juventude de Águeda, perceber o trabalho de um técnico de juventude, desenvolver a língua portuguesa, e contactar diretamente com jovens e com o sistema educativo português. A contribuição dos voluntários para o CJA, além da diversidade cultural que trazem, permite otimizar processos logísticos e a própria gestão das redes sociais através das quais são disseminadas oportunidades na área da juventude e dada visibilidade aos projetos.

“A contribuição dos voluntários na minha prática profissional permite-me ter um olhar mais adaptado às necessidades dos jovens, estar em constante atualização e a discutir novas formas de chegar aos jovens. Tenho também a oportunidade de mostrar as minhas práticas aos voluntários, acreditando que um dia queiram ser técnicos como eu e se sintam capacitados para tal.” (Ana Mendes, técnica de juventude do CJA)

 

“Desde que comecei a colaborar nas atividades de comunicação, tenho um entendimento muito melhor sobre o que devo prestar atenção quando quero atingir um público maior por meio dos meios sociais.” (Krisztina Hornyák, voluntária húngara)

DESCONFINA A MENTE

Aquando da quarentena em 2021, o CJA organizou o ciclo de formações “Desconfina a Mente” com diversos temas e dinamização por parte dos projetos do Centro. Os voluntários participaram no evento através da criação de um workshop onde fizeram a jovens e organizações informações sobre os programas Erasmus+ Juventude em Ação e Corpo Europeu de Solidariedade.

 

“Planear o nosso workshop foi um grande desafio porque tínhamos que ter tudo em português. No entanto, a sensação de depois conseguir algo que nem sempre é fácil de preparar é incrível e o desafio de intervir em português foi bom para praticarmos.” (Thea Harland, voluntária britânica)

 

EMOACTION

A Iniciativa EMOACTION – Emoção em Ação é um Programa de Intervenção Comunitária enquadrado no POISE – Programa Operacional Inclusão Social e Emprego, que visa o desenvolvimento e reforço de competências emocionais de crianças e jovens, em frequência escolar, através do desenvolvimento de atividades e dinâmicas, em contexto escolar, baseadas em metodologias de educação não formal. A participação dos voluntários surge através da preparação e implementação de algumas sessões, com temas pré-definidos, tais como interculturalidade, solidariedade, e direitos humanos.  Através da Iniciativa Emoaction – Emoção em Ação os voluntários têm ainda oportunidade de desenvolver competências de inteligência emocional e colocá-las em prática.

“A presença dos voluntários é uma mais-valia nas sessões pois estes enriquecem e trazem um novo dinamismo e envolvimento às turmas e temáticas abordadas; os alunos participam mais, mostram-se muito curiosos e demonstram consolidar muito os seus conhecimentos e ainda praticam o seu inglês!” (Daniela Martins, EmoAgent)

“Adorei a presença dos voluntários! Consegui refletir e perceber a importância dos Direitos Humanos e pude praticar o meu inglês!” (Afonso, 7.ºD, ESMC)

 

“É bom ter a oportunidade de planear atividades com diferentes finalidades, para diferentes faixas etárias. Sempre gostei de implementar atividades com os alunos nas escolas, mesmo que tenhamos que nos adaptar à situação de pandemia.” (Thea Harland, voluntária britânica)

 

 

VOGUI

O VOGUI- Vocational Guidance based on Non Formal Education- é uma iniciativa de intervenção comunitária enquadrada no POISE – Programa Operacional Inclusão Social e Emprego- em colaboração com o parceiro social, Câmara Municipal de Águeda, que visa o trabalho contínuo de competências pessoais e sociais, orientação vocacional e tomada de decisão em jovens em período de transição, nomeadamente 9.º e 12.º ano auxiliando na escolha consciente e informada para que no futuro se tornem profissionais realizados e cidadãos participativos na sua comunidade. Prevê também o desenvolvimento de competências pessoais e sociais em jovens NEET (que não estudam, não trabalho e não estão em formação), apoiando à capacitação da procura ativa de emprego, desenvolvimento de motivação intrínseca e realização pessoal e profissional. Para além das atividades contínuas conta também com as atividades pontuais: testemunhos, jobshadowing, visitas às empresas, bootcamps e Feira de Oferta Formativa. Enquanto jovens, os voluntários são uma peça fundamental auxiliando o projeto não só nas atividades de organização e preparação das atividades mas também na sua implementação junto dos alunos e jovens NEET que delas beneficiam. Durante a execução do mesmo, os voluntários adquirem competências enquanto Youth workers, desenvolvendo também eles competências essenciais para aplicarem no regresso à sua comunidade, através de metodologias de Educação Não Formal.

“Os voluntários trazem ao VOGUI o enriquecimento multicultural, a experiência mais próxima para que os jovens entendam a importância da formação e desenvolvimento contínuo pela observação direta do outro, sendo para muitos dos alunos uma espécie de modelo para o caminho para o futuro, motivando a ambição por virem a realizar uma experiência de CES, eles mesmos!”  (Daniela Costa, VOGUI agent).

“O que mais gostei nesta sessão foi da conversa com as duas voluntárias que me fez fazer a minha própria análise sobre aquilo que quero fazer no futuro e sobre a importância de praticar as línguas para me desenvolver enquanto profissional e pessoa independentemente da área.” (aluno de 9º ano, ESAP)

 

“A VOGUI, assim como todas as outras experiências que tive em diferentes escolas, ajudaram-me no meu desenvolvimento e na superação de certos medos, seja online ou presencial. Não senti as mudanças imediatamente, mas depois de algum tempo, quando olhei para trás, pude ver os resultados. Acredito que é importante que crianças e jovens sejam informados, inspirados e educados sobre suas possibilidades e empregos futuros com base nas habilidades que possuem. Eu gostava de ter algo assim na minha escola!” (Aleksandra Dimoska, voluntária da Macedónia do Norte)

STEP1 – THE RIGHT STEP TO BE A VOLUNTEER

O STEP1 (Erasmus+ Juventude em Ação) é uma parceria estratégica para dar resposta ao problema de exclusão social dos jovens das atividades comunitárias (voluntariado), devido à ausência de competências-chave e da desconexão entre os seus interesses e as atividades promovidas. Projeto que permite equidade no acesso a oportunidades e promoção de oportunidades de aprendizagem através da educação não-formal. Os voluntários europeus também estão envolvidos técnica e logisticamente no projeto STEP1, através do contributo com o seu ponto de vista sobre boas práticas em voluntariado, as suas vivências, através da análise de necessidades e expectativas e através do apoio logístico ao projeto e recurso a tecnologias informáticas de apoio a atividades.

 

“É uma experiência para ver em primeira mão como funciona um projeto. Como voluntários, às vezes não temos a oportunidade de percebermos a dinâmica interna e diferentes aspetos de um projeto, como logística ou gestão. No entanto, apoiar o STEP1 deu-me uma visão mais global dos projetos e de como é o trabalho dos técnicos de juventude.” (Marta Castillo Narvaez, voluntária espanhola)

AULAS DE INGLÊS PARA TÉCNICAS DE JUVENTUDE

No sentido de ajudarem técnicas de juventude do CJA a melhorarem os seus conhecimentos da língua inglesa, voluntárias encontraram-se semanalmente com duas das técnicas, seguindo uma lógica de conversas informais, permitindo abordar várias temáticas, como diferenças culturais, solidariedade, gastronomia, entre outros assuntos interculturais que permitiram aprendizagem para ambas as partes. Estas sessões permitiram enriquecimento de léxico, pelas correções constantes, explicações, revisão de textos, emails e relatórios, e outros documentos necessários à vida profissional das técnicas.

“Aprender inglês tem sido algo muito positivo para mim. Tinha medo de falar e as aulas têm-me ajudado a desconstruir esta barreira! Sinto que tenho melhorado e é cada vez mas fácil falar e escrever em inglês.” (Joana Amaral, Técnica de Juventude do CJA)

 

“Eu amo as aulas de inglês com as técnicas de juventude. Não só posso praticar as minhas competências linguísticas, como também aprendo sempre algo novo sobre a educação não-formal e Portugal.” (Krisztina Hornyak, voluntária húngara)

 

“As aulas de Inglês para técnicas de juventude são uma hipótese de estar mais envolvida na organização. Além disso, as nossas competências linguísticas estão a melhorar, não só as das técnicas, porque o inglês não é a nossa língua materna, por isso é uma boa oportunidade de aprendermos juntos e apoiarmo-nos uns aos outros.” (Marta Castillo Narvaez, voluntária espanhola)

ESCOLA DA VIDA – ASSOCIAÇÃO FERMENTELENSE DE ASSISTÊNCIA

Uma nova parceria está prevista com a AFA, pois a Associação Fermentelense convidou os voluntários para a “Escola da Vida”, onde voluntários europeus e idosos participam em aulas de inglês e aprendem juntos sobre ambas as gerações e culturas.

MULTICULTURAL CONVERSATIONS

De voluntários europeus para voluntários europeus! Tudo começou com conversas multiculturais entre os voluntários do VOLUNTEER(S)olidarity onde, em torno de diferentes assuntos, eram partilhadas diferentes perspetivas. Através de metodologias de educação não-formal, 61 voluntários de toda a Europa debateram diferentes tópicos, porque as culturas importam e porque para percebermos outras perspetivas, é importante percebermos de que forma a cultura contribui para elas e de que forma as culturas influenciam a nossa perceção do mundo. Na primeira sessão das Multicultural Conversations online foram abordados tópicos como boas maneiras e solidariedade, namoro e relacionamentos, tradições e costumes, e pontos de referência e monumentos. A promoção da interculturalidade e solidariedade no evento “Conversas Multiculturais” na segunda sessão permitiu aos participantes de diferentes países partilhar experiências e discutir tópicos como tabus e estereótipos, artes e cultura, línguas e expressões idiomáticas, interação social e rotinas diárias. 

“Foram sessões online, os voluntários convidaram jovens de todo o mundo para conversas envolventes sobre as suas culturas e as diferenças entre elas. Os eventos foram repletos de revelações interessantes sobre as diferenças culturais, mas também sobre as semelhanças marcantes entre as pessoas em todo o mundo.” (Bashkim Dudus- voluntário sueco)

“As Multicultural Conversations, assim como a ida ao abrigo para cães, foi uma das melhores oportunidades que tivemos em todo o nosso projeto. Não só permitiu conhecer novas pessoas nestes tempos difíceis, mas também expandir as nossas mentes sobre culturas, diferenças e semelhanças. Foi um momento muito revigorante!” (Aleksandra Dimoska, voluntária da Macedónia do Norte)

IV ENCONTRO DA DIVERSIDADE CULTURAL E DO DIÁLOGO PARA O DESENVOLVIMENTO

Está em preparação o IV Encontro da Diversidade Cultural e do Diálogo para o Desenvolvimento, uma parceria entre o CJA e a Biblioteca Municipal Manuel Alegre. Novidades brevemente.

PODCAST ESCape to Portugal

“Escapa para Portugal, para onde tu quiseres e faz voluntariado do Corpo Europeu de Solidariedade!”, este é o mote para o podcast ESCape to Portugal. As nossas voluntárias criaram seis episódios onde falam sobre o que é ser voluntário CES e a sua experiência no dia-a-dia, a educação não-formal e o trabalho na área da juventude, oportunidades na área da juventude e em Águeda, a cultura portuguesa, cidades e interculturalidade.

Episódio 1 – Life of a Volunteer

Episódio 2 – Youth Work

Episódio 3 – Opportunities for Youngsters

Episódio 4 – Food 

Episódio 5 – On the Road

Episódio 6 – Help! I live with Foreigners

 

“Para nós foi divertido e uma ótima oportunidade de gravar estes podcasts. Eu nunca fiz nenhum podcast antes e foi bom ver como funciona e como é feita a preparação. Esperamos que ajude os jovens a entenderem melhor o que é e o que significa ser
um voluntário CES no estrangeiro.” (Aleksandra Dimoska, voluntária da Macedônia do Norte)

 

THE RANDOM SHOW - GRÉCIA

O parceiro grego You In Europe participou no projeto Erasmus+ KA2 Broadcasting Europe para a criação, juntamente com parceiros em Itália, Polónia e Espanha, de rádios web para compartilhar opiniões gratuitamente e disseminar oportunidades. Atualmente, são os voluntários do projeto CES Volunteers for Nea Moudania que dinamizam o „The Random Show” com conversas inesperadas, temas aleatórios, músicas e a participação n esta iniciativa permite-lhes praticar aptidões de comunicação, desenvolver autoconfiança, bem como aprender a utilizar software e equipamento de estúdio profissional. Os voluntários do projeto VOLUNTEER(S)olidarity juntaram-se a esta iniciativa num programa via zoom onde falaram sobre tópicos triviais como cinema, música, dieta, entre outros, estabelecendo laços com os voluntários da organização parceira.

 

Episódio 7 – Hobbies | Krisztina and Thea 

 

Episódio 8 – Music and Books | Marta & Victor 

 

Episódio 9 – Music |Marilena and Bashkim

 

Episódio 10 – Vegetarianism and Veganism | Apeksha and Aleksa

 

“Os voluntários juntaram-se a voluntários na Grécia para falarem sobre diferentes tópicos no seu podcast. Tópicos como música foram discutidos.” (Bashkim Dudus- voluntário sueco)

“Gosto muito do Random Show, acho que foi uma atividade muito fixe onde pude compartilhar a minha opinião com outros voluntários sobre alguns tópicos.” (Victor Berardo, voluntário italiano)

“A nossa participação no Random Show foi uma atividade extraordinária. Este programa de rádio é dirigido por voluntários da organização grega You in Europe e tem sido um momento para partilhar experiências e promover um diálogo intercultural entre voluntários europeus.” (Marta Castillo Narvaez, voluntária espanhola)

“Foi muito bom gravar a nossa web rádio com os voluntários do Centro de Juventude de Águeda porque nos permitiu conhecer pessoas novas e aprender coisas novas. Gostamos do facto de que cada episódio representou nossos convidados. Eles tiveram liberdade para escolher o tema e isso nos permitiu conhecê-los melhor. Esta experiência ensinou-nos mais sobre como ser um bom anfitrião, quais perguntas fazer a um convidado e como ser compreensivo e inclusivo. Todos os voluntários do CJA foram muito simpáticos e abertos quanto às suas ideias, gostos, valores e conhecimentos sobre um determinado tema. Por fim, gostaríamos de agradecer pelo tempo dispensado: Thea, Krisztina, Victor, Marta, Marilena, Bashkim, Aleksandra e Apeksha.” (Sofia Oriani, voluntária italiana do parceiro grego You in Europe)

ATIVIDADES DE AVALIAÇÃO

Ao longo do projeto foram realizadas atividades trimestrais de avaliação do projeto e que envolveram voluntários, organização de acolhimento e organizações de apoio e os stakeholders, numa perspetiva contínua de melhoria e reajuste do processo de tomada de decisão. Os voluntários também promoveram atividades de educação não-formal para avaliar o próprio projeto.

“Acho que é sempre importante avaliar e refletir para trabalhar e melhorar o que poderíamos ter feito melhor individualmente e o que nos tornaria uma equipa mais eficiente e bem-sucedida para cumprir nossas tarefas nos mais altos padrões. A reflexão e a avaliação são um processo importante para nos ajudar a aprender e esforçarmo-nos para melhorar.” (Thea Harland, voluntária britânica)

 

VISIBILIDADE E DISSEMINAÇÃO

VÍDEOS TRIMESTRAIS



 

 

Este projeto é financiado pelo Corpo Europeu de Solidariedade e apoiado pela Agência Nacional Erasmus+ Juventude em Ação.

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